Na saúde privada, a receita não está num ato isolado, está na continuidade da relação com o paciente. Uma primeira consulta só compensa quando gera um plano, um seguimento e um regresso.
O dia a dia resume-se a três coisas: marcar e garantir presença, acompanhar o ato, e fazer o paciente voltar. Tudo com uma exigência acrescida: são dados de saúde, com RGPD reforçado.
O software clínico habitual foi feito para o ato, não para a relação comercial e a fidelização que sustentam o negócio. Um CRM à medida organiza-se à volta do ciclo de vida do paciente e liga-se ao software clínico existente, sem o substituir.
O CRM organiza o percurso do paciente, da marcação ao seguimento, e liga-se ao software de gestão clínica e à agenda que a clínica já usa. Por norma não substitui esse software nem guarda o registo clínico: o histórico e a prescrição continuam onde já estão hoje. O âmbito de cada projeto define-se no diagnóstico.
Marcações confirmadas à mão, ou nem isso. Tempo clínico e receita perdidos.
Solução: confirmação e lembrete automáticos, com registo de resposta.
Orçamento aceite, primeiras sessões feitas, resto esquecido. Receita por concretizar.
Solução: cada plano vira uma sequência de etapas com alertas de fase.
Higiene, vacinação e revisões dependem de iniciativa manual. Perde-se a receita recorrente.
Solução: recall automático por tipo de ato.
Quem não volta há meses não é identificado. Base de clientes perdida em silêncio.
Solução: deteção de inatividade e campanhas de reativação.
Histórico, consentimentos e orçamentos espalhados. Respostas lentas e dependência das pessoas.
Solução: percurso do paciente centralizado numa ficha única.
Consentimento em papel, prazos informais. Risco de RGPD agravado por serem dados de saúde.
Solução: registo de consentimentos e prazos, com acessos por perfil.
O pedido entra por vários canais e é preciso garantir presença.
CRMconfirmação e lembrete automáticos, com reaproveitamento de vagas libertadas.
Consulta ou tratamento realizado; orçamento faseado vira plano.
CRMplano como sequência de etapas, com estado, valor e alertas de fase.
Seguimento a fazer e regresso a preparar.
CRMfollow-up pós-ato e recall automático por tipo de ato.
Pacientes que deixam de vir perdem-se em silêncio.
CRMdeteção de inativos e campanhas de reativação segmentadas.
Exemplos que costumam fazer sentido para clínicas deste setor, sempre desenhados à medida. Não é uma lista fechada.
Dependentes de validação técnica caso a caso.
A receita perde-se mais nas faltas, nos planos a meio e nos pacientes que não voltam do que na captação.
Mapeamos o fluxo real da sua clínica e as regras de dados de saúde a que está sujeita, e mostramos como um CRM à medida se liga ao seu software clínico e trabalha a relação com o paciente por si.