A veterinária tem uma particularidade que nenhum outro vertical da saúde tem: o paciente é o animal, mas o cliente é o tutor. Cada animal tem o seu historial e o seu calendário de saúde, e um tutor pode ter mais do que um animal a acompanhar. O negócio recorrente vive do calendário sanitário, ou seja, das vacinas e desparasitações que trazem o animal de volta em datas previsíveis.
O CRM organiza os tutores, as consultas, as vacinas e os lembretes, e liga-se ao software de gestão clínica veterinária que a clínica já usa. Não o substitui: a ficha clínica de cada animal continua lá.
Um tutor pode ter mais do que um animal, cada um com historial próprio.
CRMficha única do tutor ligada a cada animal, com historial separado.
A consulta ou cirurgia define os próximos passos de saúde.
CRMregisto do ato na ficha do animal e agendamento do que se segue.
Calendário sanitário com datas próprias por animal.
CRMcalendário por animal, com recall automático da próxima data.
Animais que não vêm há muito perdem-se sem contacto.
CRMdeteção de tutores sem visitas recentes e reativação.
As ferramentas genéricas tratam um contacto isolado. Aqui o cliente é o tutor e o paciente é o animal, com vacinas e historial próprios. Quando um tutor tem mais do que um animal, um modelo de contacto único dificulta saber qual está em causa.
As vacinas e desparasitações têm datas por animal. Se o regresso depende do tutor se lembrar, muitos falham. O animal fica desprotegido e perde-se a receita mais previsível.
Um animal que não aparece há meses raramente é contactado. Sem deteção de inatividade, o tutor migra para outra clínica.
Confirmações manuais ou inexistentes geram faltas, com maior impacto em atos longos como cirurgias.
Com vários profissionais e urgências, o historial de cada animal tem de estar acessível de imediato.