A fisioterapia e a reabilitação trabalham por planos de sessões que nascem de uma prescrição médica e que, em boa parte, são comparticipados por subsistemas ou seguros de saúde. Os fisioterapeutas dependem de duas coisas para o resultado clínico e para a receita: o doente concluir o plano e a comparticipação ser processada sem atritos.
O CRM garante que a prescrição, as credenciais e os documentos de cada paciente estão certos e as sessões contadas antes de faturar. Não fatura à ADSE nem aos seguros e não substitui o software de gestão clínica: a emissão continua a ser feita onde já é hoje.
O doente chega com uma prescrição que define o número de sessões.
CRMprescrição e documentos na ficha, com alerta do que falta para iniciar.
Desdobra-se num plano de várias sessões próximas no tempo.
CRMplano com sessões contadas e alerta quando fica por concluir.
Cada sessão regista progresso que sustenta a continuidade.
CRMevolução por sessão, acessível para justificar continuação e resultados.
Boa parte das sessões é comparticipada por terceiros.
CRMcontrolo de sessões comparticipadas e dos documentos de faturação.
É comum o doente fazer algumas sessões e abandonar antes do fim. Sem acompanhamento, a desistência passa despercebida. Tratamento incompleto, resultado comprometido e receita que não se concretiza.
A fisioterapia exige sessões próximas no tempo. Uma falta interrompe a progressão e faz o plano arrastar-se, com impacto no resultado.
Faturar a subsistemas e seguradoras exige prescrições, credenciais e documentos certos. Quando algo falta, o reembolso atrasa ou bloqueia, e a carga cai sobre a equipa.
O progresso precisa de ficar registado para orientar o tratamento e justificar a continuação junto do prescritor ou do financiador.
Quando o doente chega sem a prescrição ou com documentos em falta, o início fica suspenso e a agenda desorganiza-se.