A estética e a dermatologia funcionam por pacotes de sessões e por recompra. O cliente raramente vem uma só vez: vem para um tratamento com várias sessões e, idealmente, volta para novos. O negócio ganha-se em fazer o cliente concluir o pacote e regressar, não em captá-lo uma vez.
O que distingue estas clínicas é que o resultado se prova com registo: sessões contadas, consentimentos assinados e fotografias de antes e depois que têm de estar completas e associadas ao cliente certo. Um CRM à medida conta as sessões de cada pacote, avisa quando a validade se aproxima e reativa quem não regressou depois de concluir o tratamento.
A avaliação propõe, quase sempre, um pacote de várias sessões.
CRMproposta como oportunidade, com pacote, valor e estado de decisão.
Consentimento informado e registo fotográfico de evolução.
CRMconsentimentos e fotografias na ficha, com acessos e RGPD reforçado.
Executa-se ao longo de semanas, com a validade a correr.
CRMcontrolo de sessões usadas e restantes, com aviso de esgotamento.
Terminado o pacote, o cliente perde-se se não for reativado.
CRMreativação de inativos e campanhas de novos tratamentos.
Quantas sessões já usou, quantas faltam e quando expira fica na cabeça de alguém ou numa folha. O pacote não se conclui e a renovação nunca chega. Perde-se receita já paga e a receita seguinte.
Setor que capta muito por redes sociais e anúncios. Quem responde primeiro fica com a marcação. Quando o contacto espera, o cliente já marcou noutra clínica.
Negócio sazonal e de recompra. Sem deteção de inatividade, o cliente desaparece para a concorrência.
Sem histórico de tratamentos e preferências, perdem-se as oportunidades de propor tratamentos complementares a quem já confia na clínica.
Cada sessão vale pouco isolada, mas em volume as faltas desorganizam a agenda e atrasam a conclusão dos pacotes.