A medicina dentária vive de planos de tratamento faseados e de ciclos de higiene. O desafio dos dentistas não é conquistar o paciente, é garantir que ele conclui o plano e volta para revisão. É aí que se concentra a receita mais facilmente perdida.
O CRM trata da captação, dos orçamentos, das marcações e do seguimento dos planos de tratamento, e liga-se ao software de gestão de clínicas dentárias que a clínica já usa. Não o substitui: a ficha clínica e o registo dos tratamentos continuam lá.
A avaliação dá origem a um orçamento, muitas vezes faseado.
CRMorçamento como oportunidade, com valor, estado e probabilidade.
O tratamento desdobra-se em várias fases e sessões.
CRMplano em etapas, com alerta quando uma fase aceite não avança.
Cada fase é marcada e realizada ao longo de meses.
CRMconfirmação e lembrete de cada sessão, reduzindo faltas.
Terminado o tratamento, o paciente deve regressar.
CRMrecall automático de higiene, sustentando a receita recorrente.
O paciente faz a primeira fase e adia o resto. São os tratamentos de maior valor, implantologia e ortodontia, os que mais param. Tratamento incompleto e receita orçamentada que não se concretiza.
Uma sessão falhada trava as seguintes, que dependem de cicatrização ou de prazos de laboratório. O plano arrasta-se durante meses.
Quando o convite depende de alguém se lembrar, o ciclo quebra-se. Perde-se receita recorrente e deteção precoce de novos tratamentos.
Uma proposta de valor elevado raramente é aceite na hora. Sem follow-up, o paciente decide noutra clínica ou não decide.
Histórico, orçamentos, consentimentos e imagens espalhados tornam o atendimento lento e frágil quando alguém sai.