Fluxo próprio: execuções, penhoras, citações, registos e autenticação de documentos
O trabalho do solicitador e do agente de execução é feito de atos com prazo e forma próprios: citações, diligências, penhoras, registos e autenticações, muitas vezes sobre dezenas ou centenas de processos em simultâneo. É um fluxo altamente processual, onde cada passo tem de ser cumprido na ordem certa e dentro do prazo, e onde o exequente espera saber, a qualquer momento, em que ponto está o seu processo.
Ver o CRM para Serviços ProfissionaisRecebe-se o processo de execução, com exequente, executado, título e valor.
CRMprocesso com exequente, executado, título e valor, e documentos reunidos.
Cada processo tem uma sequência de atos e prazos que não podem falhar. Geri-los de memória, sobre muitos processos, é um risco: um prazo perdido pode invalidar diligências e atrasar todo o processo.
Com muitos processos em paralelo, é difícil saber quais estão à espera de citação, penhora ou registo. Alguns ficam parados sem que ninguém repare.
Citações, autos de penhora, registos e comprovativos andam espalhados por pastas e emails. Reconstruir o histórico torna-se lento e sujeito a falhas.
Os exequentes querem saber o ponto de situação, mas o reporte é manual e consome tempo, ou não acontece com a regularidade desejada.
Entre custas, atos e honorários, é difícil manter o controlo do que está por faturar em cada processo, deixando receita por cobrar.
Quantas propostas ficaram sem seguimento e quantas avenças renovaram sem que ninguém as trabalhasse?
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