Na advocacia, o erro num prazo não se recupera. Cada processo tem datas que não admitem falha, documentos que exigem confidencialidade e um andamento que os advogados têm de seguir junto do tribunal. Numa sociedade de advogados, a organização e o controlo de prazos valem tanto como o mérito jurídico, e a informação de cada cliente é matéria sensível.
O CRM alerta sobre as datas registadas no processo, com a antecedência que o escritório configurar, e mantém peças, documentos e histórico centralizados. Não recolhe prazos do tribunal nem os calcula, e não substitui o software de gestão processual: as plataformas judiciais continuam a ser onde o andamento corre.
Recebe-se o cliente e o processo, com objeto, parte contrária e documentos.
CRMprocesso com cliente, parte contrária, objeto e documentos, com verificação de conflito.
Cada processo tem prazos que não admitem falha.
CRMprazos com alerta e antecedência, para que nenhum passe despercebido.
Preparam-se peças e reúnem-se documentos, com confidencialidade.
CRMpeças e documentos organizados por processo, com acessos controlados.
Acompanha-se o andamento junto do tribunal e das plataformas judiciais.
CRMandamento acompanhado, com ligação às plataformas judiciais.
Cada processo tem prazos que, se falhados, têm consequências graves para o cliente e para o escritório. Geri-los de memória, sobre dezenas de processos, é um risco permanente que não devia existir.
Peças, correspondência e notas espalham-se por pastas, emails e computadores. Retomar um caso ou substituir um colega faz perder tempo e contexto.
A informação dos processos é sensível e nem toda a equipa deve aceder a tudo. Sem controlo por perfil, a confidencialidade depende da confiança individual.
Entre honorários por processo e avenças recorrentes, é difícil saber o que está por faturar e que avenças estão ativas, deixando receita por cobrar.
Quando o processo vive com quem o trata, a ausência ou saída dessa pessoa deixa o escritório sem visão do estado e dos próximos passos.