A mediação vive de ligar quem vende a quem compra, no menor tempo possível. Ganha-se ao responder primeiro, ao mostrar o imóvel certo à pessoa certa e ao não deixar nenhuma visita sem seguimento — é para isso que serve o software de uma mediadora. Perde-se quando o lead arrefece, quando o matching é feito de memória e quando a carteira depende de cada consultor.
Segmento de luxo: partilha exatamente este fluxo. Muda o segmento e o nível de exigência no atendimento, não os passos.
Capta-se o imóvel e o proprietário, com o contrato de mediação.
CRMficha do imóvel com proprietário e contrato, com histórico.
Liga-se cada comprador ao imóvel certo da carteira.
CRMperfil de procura cruzado com a carteira, com alerta de compatíveis.
Agendam-se visitas que, sem seguimento, ficam sem desfecho.
CRMagenda de visitas com lembrete e follow-up automático.
Trocam-se propostas e contrapropostas.
CRMregisto de propostas, com o proprietário informado da atividade.
Fecha-se o contrato-promessa de compra e venda.
CRMacompanhamento até ao CPCV, com documentos, prazos e comissão.
Os contactos entram por vários portais, website e redes ao mesmo tempo. Quem responde primeiro fica com o cliente, e um lead que espera horas já marcou visita com outra agência.
Saber que imóvel da carteira serve a cada comprador depende do que o consultor tem na cabeça. Imóveis certos não chegam a quem os procura.
A visita é o momento de maior interesse, mas se ninguém retoma o contacto a seguir, esse interesse dilui-se.
Quando a informação vive com a pessoa, a saída de um consultor leva a carteira, e surgem angariações duplicadas ou conflitos entre colegas.
Um contrato tem validade e, muitas vezes, exclusividade. Sem alerta de fim de contrato, perde-se o timing de renovação.